WORLD EVENTS, CULTURE & CIVILIZATION: PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL

WORLD EVENTS, CULTURE & CIVILIZATION: PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL.

PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL

Is the US the most free-trade nation on earth as it projects itself, while vilifying other countries or economic blocs like the EU? Is China the most protectionist and most guilty of protectionism? Is Brazil engaged in unfair trade practices to strengthen its own industries, or do Brazil’s protectionist measures protect both domestic and foreign multinational corporations?

Emerging from the age of mercantilism, England was the first country in the world to industrialize, hence to have no fear of competition, so it was the first to declare that it favored a free trade regime. Prussia (Germany after unification with the other Germanic states 1871), was always in favor of regional free trade zone integration, but mindful of protecting domestic producers. The US was also protectionist when it was industrializing in the 19th century, as it would have been difficult to do otherwise. Beyond the issue of state protection for domestic producers after the nation is sufficiently strong as to not fear competition, there is the issue of whether it is possible to have a pure ‘free trade’ regime.

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Sobre José Ricardo Martins

Professor de Geoplítica no curso de Relações Internacionais da UNICURITIBA. Pesquisador do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais (NEPRI) da UFPR; Mestre em Sociologia (área de concentração em Relações Internacionais/Integração Regional) pela UFPR; especialista latino-americano em Políticas Públicas e Avaliação de Educação Superior pela UNILA/UFPR; especialista em Geopolítica e Relações Internacionais pela UTP; MBA com ênfase em Marketing Internacional pela UCL – Université Catholique de Louvain, Bélgica; especialista em Comércio Exterior com ênfase em negociação internacional pelo Institut Cooremans, Bruxelas, Bélgica; licenciado em Filosofia pela Faculdade Bagozzi. Interessado em trabalhar com (e lecionar): relações internacionais, cooperação internacional, integração regional, internacionalização de entidades de ensino, organismos públicos, municípios e entidades da federação, geopolítica, estratégia e defesa nacional, negociação internacional e resolução de conflitos.
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