Panorâmica Social: Conflitos de classes nos hospitais públicos brasileiros | Política, sociedade e opinião

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PSDB e DEM blindam revista Veja na CPI do Cachoeira | Pragmatismo Político

PSDB e DEM blindam revista Veja na CPI do Cachoeira | Pragmatismo Político

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Will a Shortage of Qualified Labor Derail the Brazilian Economy? – Knowledge@Wharton

Will a Shortage of Qualified Labor Derail the Brazilian Economy? – Knowledge@Wharton.

Will a Shortage of Qualified Labor Derail the Brazilian Economy?

Published: January 03, 2012 in Knowledge@Wharton

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Brazil is booming. In contrast to the economies of the U.S. and the Eurozone — where a mix of debt woes, dysfunctional politics and consumer weakness has conspired to dampen economic growth — Brazil is on track for yet another year of above-average GDP performance. Driven by a number of factors — including Chinese demand for raw materials, a fast-growing and highly acquisitive middle class, large inflows of foreign investment and the ongoing development of its vast pre-salt oil deposits — the country is experiencing a multiyear growth spurt unlike any in its recent past.

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Best Foreign Affairs Print Stories of 2011

Best Foreign Affairs Print Stories of 2011.

From the Arab Spring to the occupation of Wall Street (not to mention Oakland, Tel Aviv, and Homs), 2011 has been a historic year, and Foreign Affairs expert contributors have been providing indispensable context and insight every step of the way. Below, a handful of gems from the past year.

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World Affairs Council

World Affairs Council.

Power Shift: The Future of US Influence

 

Joseph Nye, Jr, Distinguished Service Professor and former Dean, Kennedy School of Government, Harvard University

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WORLD EVENTS, CULTURE & CIVILIZATION: PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL

WORLD EVENTS, CULTURE & CIVILIZATION: PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL.

PROTECTIONISM: US, CHINA and BRAZIL

Is the US the most free-trade nation on earth as it projects itself, while vilifying other countries or economic blocs like the EU? Is China the most protectionist and most guilty of protectionism? Is Brazil engaged in unfair trade practices to strengthen its own industries, or do Brazil’s protectionist measures protect both domestic and foreign multinational corporations?

Emerging from the age of mercantilism, England was the first country in the world to industrialize, hence to have no fear of competition, so it was the first to declare that it favored a free trade regime. Prussia (Germany after unification with the other Germanic states 1871), was always in favor of regional free trade zone integration, but mindful of protecting domestic producers. The US was also protectionist when it was industrializing in the 19th century, as it would have been difficult to do otherwise. Beyond the issue of state protection for domestic producers after the nation is sufficiently strong as to not fear competition, there is the issue of whether it is possible to have a pure ‘free trade’ regime.

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A rede do poder corporativo mundial

A rede do poder corporativo mundial.

Todos temos acompanhado, décadas a fio, as notícias sobre grandes empresas comprando-se umas as outras, formando grupos cada vez maiores, em princípio para se tornarem mais competitivas no ambiente cada vez mais agressivo do mercado. Mas o processo, naturalmente, tem limites. Em geral, nas principais cadeias produtivas, a corrida termina quando sobram poucas empresas, que em vez de guerrear, descobrem que é mais conveniente se articularem e trabalharem juntas, para o bem delas e dos seus acionistas. Não necessariamente, como é óbvio, para o bem da sociedade.

Controlar de forma organizada uma cadeia produtiva gera naturalmente um grande poder econômico, político e cultural. Econômico através do imenso fluxo de recursos – maior do que o PIB de numerosos países. Político, através da apropriação de grande parte dos aparelhos de Estado. Cultural, pelo fato da mídia de massa mundial criar, através de pesadíssimas campanhas publicitárias – financiadas pelas empresas, que incluem os custos nos preços de venda – uma cultura de consumo e dinâmicas comportamentais que lhes interessa, e que gera boa parte do desastre planetário que enfrentamos.

Uma característica básica do poder corporativo, é o quanto é pouco conhecido. As Nações Unidas tinham um departamento, UNCTC (United Nations Center for Transnational Corporations), que publicava, nos anos 1990, um excelente relatório anual sobre as corporações transnacionais. Com a formação da Organização Mundial do Comércio, simplesmente fecharam o UNCTC e descontinuaram as publicações. Assim, o que é provavelmente o principal núcleo organizado de poder do planeta deixou simplesmente de ser estudado, a não ser por pesquisas pontuais dispersas pelas instituições acadêmicas, e fragmentadas por países.

O documento mais significativo que hoje temos sobre as corporações é o excelente documentário “A Corporação” (The Corporation), estudo científico de primeira linha, que em duas horas e doze capítulos mostra como funcionam, como se organizam, e que impactos geram. Outro documentário excelente, “Trabalho Interno” (Inside Job), que levou o Oscar de 2011, mostra como funciona o segmento financeiro do poder corporativo, mas limitado essencialmente a mostrar como se gerou a presente crise financeira. Temos também o clássico do setor, “Quando as Corporações Regem o Mundo” (When Corporations Rule the World) de David Korten. Trabalhos deste tipo nos permitem entender a lógica, geram a base do conhecimento disponível.

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